segunda-feira, junho 15, 2015

Solidão de Você!!!!



                          






Uma nuvem de areia toma forma humana diante dos olhos incrédulos de Frida..Era assim vinha dela uma labareda que se formava entre as pernas...Acendeu com o olhar ,uma faísca que vinha sem esperar...Sentiu as vibrações...Os delírios pela suavidade da língua que deslizava circulando todas as extensões...Eram longas arremetidas...Cada vez mais fundas, golpes ferozes e certeiros...O corpo embriagado de desejo ...O delírio era inevitável....      
Boca entre aberta...
Garganta seca...
Um ritmo de carnaval alojado em seu peito...
A ponta da língua pincelava os mamilos ...
Fazendo com que Frida quase se levantasse da cama..
Frida sentia a sucção por quase uma eternidade, que lhe possuía um seio e depois o  outro...
Deliciosas sensações a fizeram tremer, a cada vez que era sugada...
Seu ventre se movia num ritmo carnal ...
Sons desconexos saíam de sua garganta...
Convulsa ao sentir as  mãos escorregarem para parte debaixo do seu ventre , seu corpo se erguia...
Ao sentir a mão quente e firme se encaixar em sua caverna vulcânica...
Cada centímetro de seu corpo vibrava , delirava...
Acariciada do pescoço até a cintura , passando por cada curva , até que os dedos adentraram à calcinha...
Sendo apertada,pressionada por aqueles  dedos contra a sensível junção de suas pernas em lavas...
O olhar refletia puro prazer,luxuria,tesão...
Deslizava os dedos pela delicadeza da pele até encontrar a fenda que implorava por ser tocada, devorada,como preza ...
O instinto puramente animal fez com que Frida  agarra se o emaranhado dos cabelos , enquanto  era estocada profundamente, a língua faminta circulava a pontinha durinha  deixando  a sem  ar...
Frida  gemia e seu corpo mais uma vez se movia em  ritmo de carnaval...
Era  beijada , a boca lhe mordia a nuca, deslizava pelo pescoço e mais uma vez pelos seios...
A sucção era firme  junto a pressão dos dedos que a levaram ao ápice do delírio...
A tensão extraordinária aumentava...
E enfim a erupção, o vulcão jorrava a lavas quentes , envolvendo os dedos, lambuzando os lábios...
Lábios que engoliam o sabor da luxuria, da redenção ao prazer...
Então apenas um único beijo se findou a noite....
Frida via o corpo ao seu lado se desmaterializando como areia que escorre entre seus dedos e logo a solidão lhe vem à face em lagrimas.


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