quarta-feira, junho 10, 2015

Noite..




                                                 
          

Passaram muitos minutos. Talvez mais de uma hora. Eu continuava quieta. Fingia que dormia. Clara também estava quieta, e não se movia muito. Senti de repente que ela mexia no meu cabelo, muito de leve, como que para não me acordar. Fiquei ali sentindo aquela sensação gostosa, aquela excitação, sem mover um só músculo. Mas não aguentei ficar de estátua por muito tempo e, por descuido, acabei me movendo um pouco. Senti sua mão sair do meu cabelo. Ela parecia ter se virado de barriga para cima. Passados mais alguns minutos ela virou-se para mim, e aproximou-se um pouquinho mais. Passou a sua perna direita por cima da minha, e viu que eu não me movia. Depois passou a sua mão por cima dos meus braços, até encontrar os meus seios, por cima da camiseta. Todo o seu toque era muito leve, mas, mesmo assim, fiquei com medo dos meus seios ficarem eretos, ou das minhas pernas ficarem arrepiadas. Um turbilhão de excitação parecia estar dentro de mim, como se meu sangue circulasse em grande velocidade. Dei um longo suspiro, como quem está a ter um sonho muito bom, e ela tirou a perna e a mão de mim. Virei o meu corpo para ela, com os olhos fechados, mas depois virei para o outro lado novamente, de forma a deixar o meu corpo um pouco mais perto do seu. Senti que ela apoiava o cotovelo esquerdo no travesseiro, e começou, de forma mais cômoda, a mexer no meu cabelo novamente. Retirou uns fios que estavam dentro da minha camiseta. Depois pegou em todo o meu cabelo e segurou-o, deixando minha nuca visível. Senti o calor de a sua boca aproximar-se no meu pescoço, e em seguida um beijo molhado. Arrepiei-me, e isso não dava para eu controlar. Clara deve ter percebido, e então começou a dar-me mais beijos no pescoço, agora já mais intensos. Virei-me para ela, e fiz uma cara de desejo. Ela olhou-me excitada, eu via o desejo flamejando em suas pupilas. Sem qualquer palavra, nossas bocas se aproximaram, e nos beijamos. Sua boca era gostosa, sua pele parecia seda, e o beijo era intenso, como se nossas bocas combinassem. Ela passou a mão pela minha cintura e ajudou-me a tirar a camiseta. Tirei também a calcinha, e estávamos as duas nuas. Beijamos-nos cada vez mais encostadas, e nunca tinha sentido que um peito poderia ser tão quente. Nossos seios se encostavam, e só aquela sensação já me dava imenso prazer. Ela desceu a língua pelo meu pescoço, até encontrar o meu peito, e ficou chupando, durante um bom tempo, enquanto acariciava o outro com sua mão macia. Era delicioso sentir sua língua nos meus seios, sentir sua boca toda a engoli-lo. A sua pele era tão delicada que a sensação de prazer ardia. Demorou bastante tempo, chupando meus dois seios. Depois desceu a língua, deslizando pelo meu corpo, e parou no meu ventre. Ficou lambendo meu umbigo, e beijando minha barriga… Então ela desceu mais um pouco. Delicadamente, passou a ponta da língua no meu sexo pulsante, e ficou fazendo movimentos muito curtos, passando a língua levemente, de cima para baixo. Depois começou a chupar toda a minha caverna, e foi aumentando a intensidade, como se quisesse colocá-la toda na sua boca. Eu estava cada vez mais excitada, e ficava levantando as ancas, fazendo meu sexo inchado encontrar sua boca. Ela enfiou a língua na minha caverna, e convulsionei de prazer. Depois ela veio com um dedo e começou a meter na minha caverna, enquanto sua língua continuava a acariciar a pontinha inchada. Logo a seguir meteu outro dedo. Comecei a dançar com aqueles dois dedos dela dentro de mim, seguindo movimentos cada vez mais velozes, até quando não resisti e explodi em lavas. Seu sorriso era de contentamento. Deitou-se ao meu lado e continuamos a nos beijar. Beijei-lhe também os seios, demoradamente. Sugei-os de forma intensa e meiga. Fiz um sinal para que ela viesse por cima de mim, de forma a ficar com as pernas abertas por cima da minha boca. Ela encostou-se na beirada da cama e aproximou sua caverna da minha boca. Comecei a apenas deixar a língua levantada, enquanto ela ia rebolando a caverna, de forma que a minha língua fosse encostando no seu cume durinho. Depois Clara abaixou-se um pouco, e pude chupá-la deliciosamente. Eu ia colocar um dedo, mas ela puxou a minha mão, como sinal de que não seria necessário. Começou a masturbar-se, tocando o seu dedo no seu cume duro, enquanto eu ficava lambendo o buraquinho da sua caverna apertada. Sentou com a caverna aberta bem em cima da minha boca, e eu proporcionei-lhe uma grande lambida. Começou a suspirar, e a rebolar cada vez mais rápido. Soltou um grito, e senti o seu melzinho descer pela minha boca...
Clara estremeceu em meus lábios ....
Tremula a deslizei para os meus braços e aninhadas adormecemos em paz.

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