terça-feira, junho 23, 2015

Despedida...



Ao avista lá ela estremeceu..                  
O coração acelerou..
As pernas tremeram..
Que sensação apavorante...
Respirou fundo e se aprumou...
Divertia-se lhe vendo  sorrir..
Seus olhos negros a buscavam pela noite...
Olhos disfarçados ,olhos curiosos, olhos de oportunidade para o seu pecado...
Ela apenas negava...
Uma ,duas, três, quatro...
Ate mesmo um resgate no meio da madrugada ela recusou...
A música embalava seu deslizar pela pista...
A fumaça seca escondia o seu rosto...

Via- se apenas a silhueta em forma de sombra...
Então a sombra se aproxima dela...
Sorriso aberto copo na mão...
Sua voz era abafada pela melodia ,o que fazia ela se aproximar cada vez mais de seus lábios..
Lábios em seu ouvido , hálito quente, voz  de fazer a pulsação acelerar..
Lábios que em outrora já foram tão seus...
Uma mordida no rosto seu cartão de visita...
E ela se vai...
No  pensamento dela uma única imagem..
O beijo dado na psico-hermafrodita a afastava...
Ela poderia ..
Sim ela poderia ..
Te lhe beijado...
 Naquele momento, nem que fosse beijo roubado...

Mas de que adiantaria se ela apenas se magoaria.



sexta-feira, junho 19, 2015

Lembranças!!!



Olhos nos olhos....
A boca aflita...
As mãos se encontram...
Os corpos unidos pelo magnetismo da atração...
As mãos deslizam pelas costas e chegam à cintura....
Olhos nos olhos, mãos passeando...
O toque na pele por baixo dos panos...
O arrepio,o gemido ao ouvido....
Lábios tocam o pescoço....
Desliza ao seio  causando alvoroço....
Um puxar de cabelos quase vazios....
Voltam o encontro dos lábios quentes....
Onda de calor,rosto em rubor.....
Gotas de suor...
Deslizam pela pele macia....
Unha na carne .....
A dança frenética das línguas...
Ar pesado, abafado,respiração ofegante....
Tornando o desejo gritante....
Um único pensamento....
Deu adeus aquele último instante.

segunda-feira, junho 15, 2015

Para quem tem saudades!!!!


Solidão de Você!!!!



                          






Uma nuvem de areia toma forma humana diante dos olhos incrédulos de Frida..Era assim vinha dela uma labareda que se formava entre as pernas...Acendeu com o olhar ,uma faísca que vinha sem esperar...Sentiu as vibrações...Os delírios pela suavidade da língua que deslizava circulando todas as extensões...Eram longas arremetidas...Cada vez mais fundas, golpes ferozes e certeiros...O corpo embriagado de desejo ...O delírio era inevitável....      
Boca entre aberta...
Garganta seca...
Um ritmo de carnaval alojado em seu peito...
A ponta da língua pincelava os mamilos ...
Fazendo com que Frida quase se levantasse da cama..
Frida sentia a sucção por quase uma eternidade, que lhe possuía um seio e depois o  outro...
Deliciosas sensações a fizeram tremer, a cada vez que era sugada...
Seu ventre se movia num ritmo carnal ...
Sons desconexos saíam de sua garganta...
Convulsa ao sentir as  mãos escorregarem para parte debaixo do seu ventre , seu corpo se erguia...
Ao sentir a mão quente e firme se encaixar em sua caverna vulcânica...
Cada centímetro de seu corpo vibrava , delirava...
Acariciada do pescoço até a cintura , passando por cada curva , até que os dedos adentraram à calcinha...
Sendo apertada,pressionada por aqueles  dedos contra a sensível junção de suas pernas em lavas...
O olhar refletia puro prazer,luxuria,tesão...
Deslizava os dedos pela delicadeza da pele até encontrar a fenda que implorava por ser tocada, devorada,como preza ...
O instinto puramente animal fez com que Frida  agarra se o emaranhado dos cabelos , enquanto  era estocada profundamente, a língua faminta circulava a pontinha durinha  deixando  a sem  ar...
Frida  gemia e seu corpo mais uma vez se movia em  ritmo de carnaval...
Era  beijada , a boca lhe mordia a nuca, deslizava pelo pescoço e mais uma vez pelos seios...
A sucção era firme  junto a pressão dos dedos que a levaram ao ápice do delírio...
A tensão extraordinária aumentava...
E enfim a erupção, o vulcão jorrava a lavas quentes , envolvendo os dedos, lambuzando os lábios...
Lábios que engoliam o sabor da luxuria, da redenção ao prazer...
Então apenas um único beijo se findou a noite....
Frida via o corpo ao seu lado se desmaterializando como areia que escorre entre seus dedos e logo a solidão lhe vem à face em lagrimas.


sábado, junho 13, 2015

Apenas Você...



                                                                


                                           
         
Era de manhã ...
O sol transpassa a fenda da cortina como um raio de luz...
Indo em direção a elas..
Iris fechou os olhos e sorriu , deixando os dedos deslizarem até as dunas firmes abaixo da cintura...
Como o lápis e o papel ...
Os dedos dela percorreu toda a extensão do corpo macio, quente e tremulo de Red...
Desenhando a trilha do pecado em cada milímetro de pele ardente já exposta...
Os corpos uniam e se desuniam ao som da melodia que vinha do ar...
O beijo era quente, dolorido ,demorado,molhado...
A língua fazia um passeio por cada dobrinha de suas partes intimas ferventes...
Sentindo o gosto do pecado ...
Passou a mão pela curva do  seio de  bico endurecido...
Experimentando o céu da boca com a ponta da língua..
Deslizou às mãos pelo seu ventre em movimentos lentos e delicados...
Seguindo a direção do desejo, do prazer, da redenção dos pecados...
Os seus dedos eram sugados pouco a pouco ,como que por areias movediças...
O desejo pulsava cada vez mais , um córrego se formava entre as pernas....
Deixando escapar um grito,quando ela lhe apertou a ponta dos seios endurecidos...
A pulsação dela era cresce entre as coxas,inchando-a,umedecendo-a , a parte intima de sua feminilidade...
Beijou-a pecaminosamente a pontinha dura ,quente,pulsante,enquanto com dedos hábeis adentrava as entranhas quentes de Iris...
Que se mexia dando ,lhe entregando ,a sensação dela apertando-a,preenchendo-a ,possuindo-a...
Com movimentos vagarosos ,a boca sugando,os dedos entrando,saindo,num vai e vem de satisfação plena...
Iris gemia,urrava,se contorcia,agarrando a Red com força pelos cabelos,puxando-a para dentro de sua umidade quente em suplica...
Red aumentando o ritmo,penetrando em estocadas cada vez mais fortes, o clímax aumentando o desespero em suplica queimando as vísceras ...
O silêncio é quebrado e a boca se enche com o doce amargo do pecado e seus dedos são estrangulados pelo pulsar....
Sim Iris sussurrava, mil vezes sim...                                                           
Enquanto Red se delicia com os espasmos de Iris ,que estremecia em seus braços...
Nos olhos de Iris o brilho, o fogo do prazer satisfeito...
E nos dedos e lábios de Red o sabor do pecado desejado .


sexta-feira, junho 12, 2015

Paixão..




Os cabelos negros dela caíram desalinhados em volta dos ombros..
O amendoado de sua pele cremosa apresentava uma suculenta visão de inclinações e curvas , e seus olhos a fitavam em extasiada atenção...
Atenas deixou o olhar passear pelos seios de Afrodite de mamilos convidativos , até o triângulo de seus cabelos negros...
Os seios suculentos de Afrodite se arrepiaram,suas pupilas dilataram..
O calor percorreu o corpo dela...
Atenas pegou a boca de Afrodite , beijando-a profunda e minuciosamente até que ela gemeu...
Pressionou seu corpo contra o de Afrodite...
Afrodite aliviou a pressão e Atenas escorreu de seus braços...
A porta do banheiro se abriu...
Atenas emergiu,os primeiros filetes de vapor dançando atrás dela...
Afrodite a fitou e a sentiu contra seu seio...
Uma camada de vapor cobrindo o corpo ,umedecendo entre as coxas...Atenas a levantou , apoiando a no espelho do banheiro , que embaçava a imagem delas,à medida que Atenas abria a cortina do chuveiro...
Atenas entrou debaixo da água quente e puxou Afrodite para perto de seu corpo...
A água jorrava sobre elas ...
Enquanto Atenas a massageava Afrodite dos ombros até os quadris...
Um aroma de pêssego cobria o ar...
Atenas envolveu o pescoço de Afrodite com as mãos ensaboadas...
Deslizou a espuma pra cima atrás das orelhas de Afrodite, depois para baixo até a clavícula..
Afrodite esfregou a barriga na de Atenas...
Enquanto Atenas ensaboava os seios , apertando as pontas com os dedos...
O desejo percorreu o corpo Afrodite...
Bolhas de sabão lhe escorriam pelo ventre...
Atenas derramou mais gel em suas mãos e se ajoelhou diante dela ...
A água quente batia em suas costas , espirrando espuma no corpo de Afrodite...
Com movimentos longos e vagarosos, Atenas ensaboou as pernas de Afrodite..
Primeiro esfregando do quadril até os joelhos...
Depois acariciando suas panturrilhas ,os joelhos e as coxas...
A respiração dela aquecia o ventre de Afrodite..
O desejo se apossava de seu corpo enquanto Afrodite pousava as mãos nos ombros de Atenas...
As palmas das mãos de Atenas deslizaram pelas ancas de Afrodite , depois para parte de trás das coxas...
Atenas segurou suas nádegas e apertou...
Afrodite gemeu , agarrando com mais força os ombros dela ,enquanto Atenas a apertava...
Com a língua Atenas lhe provocava o umbigo...
Devagar , Atenas se levantou e fez um percurso beijando seu ventre, os seios, parando para lamber cada mamilo sensível e foi até o pescoço...
A boca de Atenas pairou perto da dela enquanto continuavam a afagar gentilmente suas nádegas...
Afrodite fez um ruído baixo e se contorceu contra Atenas...
A língua de Atenas invadiu a boca dela, forçando-a com o mesmo desejo que queimava dentro dela...
Os quadris de Afrodite se moviam mais uma vez por conta própria ...
Com a ponta do dedo Atenas sondou a abertura quente de Afrodite...
Afrodite se moveu , e em seguida suspirou ,à medida que Atenas arremetia para dentro dela, alargando –a e preenchendo-a ...
Atenas deslizou pelo corpo de Afrodite o mais rápido que pode e com a boca sugou o ponto intumescido...
Pousou a língua pressionando e se deliciando com o sabor....
A língua fazia movimentos circulares delicados e ora firmes ...
Afrodite estremeceu em seu âmago...
Atenas uma e outra vez a penetrou , cada movimento disparando ondas de calor que se alastravam pelo corpo dela...
Sons incoerentes romperam a garganta de Afrodite..
Ela movendo os quadris em ritmo compassado da investidas de Atenas..
Afrodite se retesou...
Seu néctar  veio com tanta força que a deixou sem ar e atordoada..
Afrodite esmaeceu nos braços de Atenas..
Por um bom tempo elas ficaram assim, enquanto a água corria em filetes pelos corpos entrelaçados..
Atenas a beijou com tanto carinho que os olhos dela marejaram...
Com um sorriso sonolento ,Afrodite desligou o chuveiro e deixou Atenas a conduzir até a cama....
Aninharam se na cama em encaixe perfeito...
Olhos nos olhos a língua passeando o céu da boca e logo o fogo volta a percorrer toda a extensão do corpo...
Atenas olha para Afrodite e diz : você precisa ir dormir...
Afrodite responde : com você ao meu lado não preciso de mais nada.




quinta-feira, junho 11, 2015

O Sofá..




Entre um gole e outro com muita alegria...
Os meus pensamentos te queria...
Ela me olhava e eu sorria...
Ela me abraçava e eu arrepiava..
Suas mãos nas minhas brincavam..
Já era tarde e a madrugada era fria...
Sedenta de desejo em um estreito sofá seu corpo me recebia ..
Senti suas pernas feito alicate em torno de minha cintura...
O sexo latejante ,úmido ao meu reclame...
Foi então que suas mãos tocaram a base de minha nuca...
E seus lábios deslizaram pelo meu pescoço...
Arrepios ,frios,medos se espalharam pelo corpo...
Os pelos erriçados,davam a noção do quanto estava entregue...
Mãos poderosas que me deixavam completamente exposta...
Levemente o meu corpo foi se tornando um vulcão em erupção...
Algo de malignidade foi se apoderando ..e foi então...
Que o rugido dos animais famintos desestrangulou minha alma...
Puxei a  pela cintura ...
Meus sentidos eram desordenados ,não tinha manual,regras...
Apenas o sentimento dos predadores ...
No ritmo desafinado ,bocas que se mordiam,mãos que se queriam,corpos que ardiam em desejo luxurioso...
A língua ferina invadia a cavidade úmida,as mãos rondavam o cume de ponta durinha...
A boca salivava enquanto os olhos desejavam...
Uma guerra onde tudo traria paz...
Segurando firme em seus cabelos ,mordendo ferozmente a carne que se contorcia...
Indo cada vez mais fundo ,mais rápido,diminuindo, fazendo seus olhos implorarem ,suas entranhas chorarem...
Sim era dolorido, convulso,delirante...
Afasto-me por um segundo , e logo sua mão tremula afunda meu rosto entre as suas pernas...
Gemidos,gritos dançavam pelo ar...
Boca nos seio mordendo ,sugando, lambendo...
Os dedos em ritmo desordenado adentravam a umidade daquela boquinha que mordia,engolia,feito animal depois da hibernação,faminta...
Querendo cada vez mais forte,mais fundo ,mais rápido....
Um ,dois,três dedos possuindo a boca que se contorcia a cada investida feroz...
Seus olhos implorando cada vez mais ...
Enfim mato minha sede ao sentir a sua fonte escorrendo em meus lábios...
Delicio-me com cada gota de seus espasmos....
Minha língua dança em triunfo pelo cume quente,durinho e convidativo...
Você se move em sentindo de fuga ...
Eu te puxo de volta e me aninho querendo fazer parte do seu rio.




quarta-feira, junho 10, 2015

Noite..




                                                 
          

Passaram muitos minutos. Talvez mais de uma hora. Eu continuava quieta. Fingia que dormia. Clara também estava quieta, e não se movia muito. Senti de repente que ela mexia no meu cabelo, muito de leve, como que para não me acordar. Fiquei ali sentindo aquela sensação gostosa, aquela excitação, sem mover um só músculo. Mas não aguentei ficar de estátua por muito tempo e, por descuido, acabei me movendo um pouco. Senti sua mão sair do meu cabelo. Ela parecia ter se virado de barriga para cima. Passados mais alguns minutos ela virou-se para mim, e aproximou-se um pouquinho mais. Passou a sua perna direita por cima da minha, e viu que eu não me movia. Depois passou a sua mão por cima dos meus braços, até encontrar os meus seios, por cima da camiseta. Todo o seu toque era muito leve, mas, mesmo assim, fiquei com medo dos meus seios ficarem eretos, ou das minhas pernas ficarem arrepiadas. Um turbilhão de excitação parecia estar dentro de mim, como se meu sangue circulasse em grande velocidade. Dei um longo suspiro, como quem está a ter um sonho muito bom, e ela tirou a perna e a mão de mim. Virei o meu corpo para ela, com os olhos fechados, mas depois virei para o outro lado novamente, de forma a deixar o meu corpo um pouco mais perto do seu. Senti que ela apoiava o cotovelo esquerdo no travesseiro, e começou, de forma mais cômoda, a mexer no meu cabelo novamente. Retirou uns fios que estavam dentro da minha camiseta. Depois pegou em todo o meu cabelo e segurou-o, deixando minha nuca visível. Senti o calor de a sua boca aproximar-se no meu pescoço, e em seguida um beijo molhado. Arrepiei-me, e isso não dava para eu controlar. Clara deve ter percebido, e então começou a dar-me mais beijos no pescoço, agora já mais intensos. Virei-me para ela, e fiz uma cara de desejo. Ela olhou-me excitada, eu via o desejo flamejando em suas pupilas. Sem qualquer palavra, nossas bocas se aproximaram, e nos beijamos. Sua boca era gostosa, sua pele parecia seda, e o beijo era intenso, como se nossas bocas combinassem. Ela passou a mão pela minha cintura e ajudou-me a tirar a camiseta. Tirei também a calcinha, e estávamos as duas nuas. Beijamos-nos cada vez mais encostadas, e nunca tinha sentido que um peito poderia ser tão quente. Nossos seios se encostavam, e só aquela sensação já me dava imenso prazer. Ela desceu a língua pelo meu pescoço, até encontrar o meu peito, e ficou chupando, durante um bom tempo, enquanto acariciava o outro com sua mão macia. Era delicioso sentir sua língua nos meus seios, sentir sua boca toda a engoli-lo. A sua pele era tão delicada que a sensação de prazer ardia. Demorou bastante tempo, chupando meus dois seios. Depois desceu a língua, deslizando pelo meu corpo, e parou no meu ventre. Ficou lambendo meu umbigo, e beijando minha barriga… Então ela desceu mais um pouco. Delicadamente, passou a ponta da língua no meu sexo pulsante, e ficou fazendo movimentos muito curtos, passando a língua levemente, de cima para baixo. Depois começou a chupar toda a minha caverna, e foi aumentando a intensidade, como se quisesse colocá-la toda na sua boca. Eu estava cada vez mais excitada, e ficava levantando as ancas, fazendo meu sexo inchado encontrar sua boca. Ela enfiou a língua na minha caverna, e convulsionei de prazer. Depois ela veio com um dedo e começou a meter na minha caverna, enquanto sua língua continuava a acariciar a pontinha inchada. Logo a seguir meteu outro dedo. Comecei a dançar com aqueles dois dedos dela dentro de mim, seguindo movimentos cada vez mais velozes, até quando não resisti e explodi em lavas. Seu sorriso era de contentamento. Deitou-se ao meu lado e continuamos a nos beijar. Beijei-lhe também os seios, demoradamente. Sugei-os de forma intensa e meiga. Fiz um sinal para que ela viesse por cima de mim, de forma a ficar com as pernas abertas por cima da minha boca. Ela encostou-se na beirada da cama e aproximou sua caverna da minha boca. Comecei a apenas deixar a língua levantada, enquanto ela ia rebolando a caverna, de forma que a minha língua fosse encostando no seu cume durinho. Depois Clara abaixou-se um pouco, e pude chupá-la deliciosamente. Eu ia colocar um dedo, mas ela puxou a minha mão, como sinal de que não seria necessário. Começou a masturbar-se, tocando o seu dedo no seu cume duro, enquanto eu ficava lambendo o buraquinho da sua caverna apertada. Sentou com a caverna aberta bem em cima da minha boca, e eu proporcionei-lhe uma grande lambida. Começou a suspirar, e a rebolar cada vez mais rápido. Soltou um grito, e senti o seu melzinho descer pela minha boca...
Clara estremeceu em meus lábios ....
Tremula a deslizei para os meus braços e aninhadas adormecemos em paz.

terça-feira, junho 09, 2015

Sedução..

          
                                              
A sala ficou iluminada apenas pela tela do micro. Antinéa estava mais linda do que nunca. Irresistível. Aproximei-me e coloquei suavemente minha mão sobre seu ombro. Enquanto dizia algumas coisas sobre seu trabalho, comecei a acariciá-la, sem que ela desse sinal de estar gostando. Notei, que ela estava com o rosto mais vermelho que o normal. Teria se excitado, tanto quanto eu já estava?
Postei-me atrás dela e coloquei as minhas mãos sobre seus ombros, enquanto com o polegar acariciava sua nuca. Era difícil falar pois eu estava com a garganta seca, mas eu dizia qualquer coisa em seu ouvido e ela , trêmula, digitava. Ela apenas murmurou um "som" inaudível. Minha mão direita desceu lentamente até próximo ao decote da camisa e suavemente , deixei a mão escorregar para dentro .
Com minha mão direita, apalpei com carinho seu seio esquerdo, em torno dele,meus dedos pressionavam suavemente o bico ereto. Nada poderia ser mais excitante do que o silêncio cúmplice dela. Mas ouvimos um barulho e era o chefe dela. Retirei a mão, me afastando um pouco. O chefe dela viera dizer que precisava dos relatórios até às 15h e saiu deixando a porta entre aberta. Andei na ponta do pé o mais rápido que pude e tranquei a porta girando a chave. Recomecei de onde parara.
Voltei a me postar as costas dela, de pé e deixei me encostar o meu sexo roçando suas costas. Enfiei novamente a mão sob o decote e voltei a acariciar seu seio esquerdo. Certa de que seu chefe não nos interromperia mais, ela respirava fundo, suspirava a cada movimento de minha mão. Abri com a outra mão os botões de sua camisa para melhor acesso. Ela mantinha as mãos sobre o teclado, entretanto, não se preocupava mais em fingir que escrevia ali. Fiz com que a alça da camisa escorregasse até que o seio que eu acariciava aparecesse. Então me debrucei e coloquei minha boca sobre ele, chupando com carinho,passando a língua, dando lhe mordiscada leve e às vezes forte naquela pérola. Minhas mãos agora passeavam por todo seu corpo, sem que ela reclamasse. Apenas gemia com o movimento da minha língua quente em torno do bico do seu seio. Coloquei a mão em seu joelho e fui subindo, lentamente trilhando caminhos . Ela fechou com força as pernas, mas prendeu minha mão. Continuei acariciando suas coxas e ela foi abrindo lentamente as pernas, até que minha mão tocou sua umidade, sentidos sob a calcinha. Minha mão subiu até o elástico da calcinha e num movimento rápido, desci com os dedos por dentro, buscando seu “botãozinho” duro. Ela jogava a cabeça para trás, olhando para o teto e parecia estar completamente tonta. Não conseguia mais reagir, tal era sua excitação. Retirei a mão, desencostei o meu sexo de seu braço, onde estava me roçando, parei de sugar seu seio e disse em seu ouvido:
- Deite de costas para mim sob a mesa...
Segurei seu braço pois ela parecia meio desnorteada. Ela se levantou com dificuldade. Antes que ela se virasse, coloquei as mãos nas suas coxas grossas e fui subindo com elas, levantando a saia. Retirei a camisa e a deixei de calcinha. Virei-a para mim e fiquei sem saber se apenas olhava excitada, tão linda era a visão daquele corpo, que logo seria meu.
Dei-lhe um beijo carinhoso. Passei a língua dezenas de vezes sobre e dentro do local onde a penetraria e enfiei meus dedos, com fúria, com suavidade, vigiando se a feria. Ela gemia e eu metia cada vez mais fundo mais forte...Saboreando o gosto de seu mel que escorria em minha boca enquanto a penetrava umas duas três vezes ela se contorcia se agarrando a mesa , rebolando em minha língua... Em pouco tempo tinham três dedos meus dentro dela enquanto minha língua circulava em torno de sua escuridão..forçando de leve a entrada com a língua...ela gemia ,descontrolada...o ritmo aumentando e aumentando...meus movimentos de entrar e sair em seu corpo .A cada remetida ela ficava mais receptiva, mas quente, úmida, inchada e eu sentia que o momento se aproximava a cada estocada em sua caverna... Um grito gutural e seu corpo estremeciam em meus lábios e escorria entre meus dedos, suas entranhas esmagavam meus dedos ...retirei meus dedos lentamente de suas entranhas virei a para mim e a beijei compartilhando o sabor virginal de seu néctar adocicado.