quarta-feira, agosto 22, 2012

Calor da madrugada...

A brisa insinuava entre as folhas... Sob os pés a areia macia.. A alma batia forte em seu peito... A vida arrepia ,como o frio de inverno... A cidade adormecida e quente... Um tom de humorista triste... Atravessando o amor e o seu inferno... Antes de deitar ,era como se apagasse uma vela ,soprando a pequena chama do dia... E pensou nas pequenas folhas perfeitas e na brisa que o calor espantou.

Um comentário:

  1. Lindo poema!!! Bemmmm introspectivo.. gostei quando vc escreveu sobre as pequenas folhas e a brisa que o calor espantou... Adorei!!! Abraços no coração, Ju :)

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