segunda-feira, junho 18, 2012

Inicio sem fim...


Olhe mas não toque...


Toque mas não coma...

Coma mas não engula...

Como,como, me pergunto????

Meus sentidos me levam a devaneios ...

As singularidades incrédulas...

Suposto de um amargo verde orvalho...

O sopro divinal enferrujado...

O toque de trombetas infame ...

Arfando as incógnitas delirantes...

O conter incontido...

O salto ..

A queda...

O inicio.

Um comentário:

  1. Re, adorei este poema, digamos, filosófico!!! rsrsrsr.... muito bom!!!! Voc~e 'brinca" com o permitido e o proibido no início do poema!!! estas passagens são bem expressivas: "Olhe mas não toque...


    Toque mas não coma...

    Coma mas não engula...

    Como,como, me pergunto????" Adorei!!! beijos, ju :)

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