segunda-feira, fevereiro 13, 2012

Fim da ditadura...

Os olhos gritam as palavras mortificam em respeito ao ser devotado...
O ar pesa, tudo pesa...
Então se respira fundo  e despeja-se como uma chuva de verão o engasgo de anos...
No confinamento metal...
No baixar de cabeça...
Criticas, criticas e mais criticas...
Seguir uma padronagem imposta...
Por quê?
Viver um personagem de hipocrisia por conta do ego alheio....
A bomba explodiu...
O relógio vinha anunciando o fim da repressão...
Guerra e paz...
A guerra é pela repressão dos direitos de liberdade de expressão...
A paz é a mente livre da ditadura...
Acabou com um hino de gloria...
Sem medo de perder ou obter vitória...
Ouvir e se fazer ser ouvido...
A língua ditadora que só dita o verbo repressor...
E se querem falar mal...
Dêem risada da ignorância alheia...
E como resposta...
Apenas um caminhar de cabeça erguida...
Sendo exatamente quem se é...
Não deixando nada definir o seu valor e caráter.

Um comentário:

  1. Re, poema recheado de críticas!!! Interessante!!! E viva a liberdade de expressão!!! Gostei dessa passagem: "E como resposta...
    Apenas um caminhar de cabeça erguida...
    Sendo exatamente quem se é...
    Não deixando nada definir o seu valor e caráter." Beijos, Ju :)

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