sábado, setembro 24, 2011

Borrão...

O ano quase inteiro é como um borrão...
A quem diga ser um sofrimento...
Poder entrar em uma floresta e nunca mais ser vista...
No meio a multidão de parasitas...
Comedores de sonhos, esperanças, alegrias, fantasias,felicidades...
Sangue sugas que se alimentam de sua alma...
O ser humano não tem um botão de liga e desliga...
Mesmo não parecendo ter sentimentos...
Eles o têm...
Perdem -se  nas florestas da vida ...
Engolida , devorada, possuída, levada, destruída...
Despida de sua única vestime a alma...
Porém ainda há vida em seus olhos...
Sem precisar de uma saída...
Apenas se deixando levar por cada mordida.

Um comentário:

  1. Gostei do poema!!! Gostei da passagem:"Porém ainda há vida em seus olhos...
    Sem precisar de uma saída...
    Apenas se deixando levar por cada mordida" Penso que, as vezes, as "mordidas da vida" são necessárias para que as pessoas possam encontram as suas "saídas"!!! Abraços, Ju :)

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