segunda-feira, agosto 01, 2011

Ter e não poder..



Ruim é querer e não ter...
Ter e não poder ficar..
Ficar e não poder permanecer..
Permaneces em meu peito...
Quietinha feito um furacão..
Nas manhãs doloridas me contorço no chão...
Na saudade de ter seu corpo novamente em minhas mãos..
Distante por um segundo, minuto por toda essa extensão..
Vai cavalgando em meio ao peito destemina sem canção...
Cada galope uma disparada...
Se distância de mim por essa estrada...
O que posso fazer...
Se pernas tenho enraizadas ao chão...
Presa em uma pedra...
Espero que essa estrada me traga você com a força de um raio..
E caia em meus braços como uma gota de orvalho.





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